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Mulher na Política - 21/10/2021

NÃO VAI DAR EM PIZZA: Ex-juíza de Tribunal Internacional diz acreditar na condenação de Bolsonaro em Haia

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Foto: Reprodução

Bolsonaro pode ser condenado no Tribunal de Haia, diz juíza que atuou na corte internacional

Sylvia Steiner, ex-juíza do Tribunal Penal Internacional de Haia e única brasileira a integrar a corte, opinou sobre as denúncias apresentadas contra o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) e disse acreditar em uma futura punição ao mandatário por supostos crimes cometidos na gestão da pandemia. As informações são do portal Uol.

 

Ao citar o caso do ex-presidente do Sudão, Omar al-Bashir, que foi condenado por crimes de guerra e contra a humanidade, Sylvia lembra que o imaginário comum acreditava que "(al-Bashir) nunca seria preso e, ao sair do cargo, ele está hoje preso no Sudão. A justiça tarda mas não falha".

 

Steiner também falou sobre as acusações que rondam Bolsonaro de um possível genocídio no Brasil. "O crime contra humanidade, resumindo, é a política utilizada para atingir parte da população civil.

 

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Pode ser ataque armado ou ataque por discriminação, pelas omissões que verificamos, descumprimento de decisões do STF [Supremo Tribunal Federal], mas faltou o que chamamos de elemento especial, que é a intenção de eliminar aquela população por essas condutas. São processos que duram em média de 3 a 5 anos. Se há condenação, é pena de prisão de até 30 anos, dependendo do crime. Em excepcionalidade, é possível aplicar prisão perpétua."

 

Não vejo crime de genocídio', diz ex-juíza sobre processo contra Bolsonaro  no Tribunal de Haia | Band

 

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 Fotos: Reprodução

 

De acordo com a ex-juíza, é importante alterar a lei do impeachment no país para retirar a 'exclusividade' do presidente da Câmara dos Deputados em apreciar um eventual pedido ou não. "Não se pode conceber que a iniciativa exclusiva de ação penal contra o presidente e ministros fique nas mãos de uma pessoa só, tem que ser no mínimo em um colegiado. há provas suficientes para instauração de ação penal por crimes comuns e contra humanidade".

 

Fonte: iG

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