17 de Maio de 2026

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Internacional - 05/04/2024

ONGs advertem que é quase impossível trabalhar em Gaza

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Foto: Reprodução/Google

Organizações como Médicos sem Fronteiras (MSF), Save the Children, Oxfam e Médicos do Mundo participaram de uma coletiva de imprensa conjunta três dias após a morte de sete membros da ONG americana World Central Kithcen (WCK) em um ataque israelense em Ga

ONGs internacionais alertaram nesta quinta-feira(5) que é quase impossível trabalhar na Faixa de Gaza, embora não pretendam deixar o território devastado pela guerra entre Israel e o movimento islamista Hamas.

 

Organizações como Médicos sem Fronteiras (MSF), Save the Children, Oxfam e Médicos do Mundo participaram de uma coletiva de imprensa conjunta três dias após a morte de sete membros da ONG americana World Central Kithcen (WCK) em um ataque israelense em Gaza.A tragédia provocou uma onda de condenação internacional e levou a ONG fundada pelo chef espanhol José Andrés a suspender suas operações no território.

 

Para Isabelle Defourny, presidente de MSF na França, o incidente “não é uma surpresa porque há seis meses somos testemunhas das decisões tomadas por Israel, que trava uma guerra contra uma população bloqueada, privada de comida e bombardeada em massa”.A questão da saída de Gaza é levantada “diariamente”, embora não tenham planos para o fazer neste momento, disse.

 

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“Não estão reunidas as condições para prestar assistência humanitária (…) Mas não vamos deixar de trabalhar em Gaza”, afirmou.A responsável humanitária disse que a situação na Faixa “ultrapassou o horror absoluto” e, em sua opinião, “equivale a um genocídio”.Em nome da Oxfam, Scott Paul disse que o ataque ao comboio WCK “não é uma anomalia”.“Mais de 200 trabalhadores humanitários foram mortos, é sistemático. Salvo que esta semana foram trabalhadores internacionais”, disse ele.

 

 

Fotos: Reprodução/Google

 

Esta ONG apresentou um estudo que mostra que os habitantes do norte da Faixa de Gaza vivem com menos de 245 calorias por dia, o que é “menos que uma lata de feijão”.O território “deveria ser uma zona de ação contra a fome. E, em vez disso, é uma zona livre para disparos”, denunciou Paulo.

 

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Karyn Beattie, da ONG Save the Children, destacou que “não é possível chegar (à população necessitada) sem um cessar-fogo”. O responsável pela organização Médicos do Mundo no Oriente Médio, Louis Bichet, exigiu “condições de trabalho adaptadas e segurança” para as ONG.O escritório da organização na Cidade de Gaza foi parcialmente destruído, embora a sua posição fosse “bem conhecida do exército israelense”, denunciou.“Isto levanta sérias dúvidas sobre a confiança que podemos ter na compreensão e respeito do Estado de Israel pelo direito humanitário internacional”, afirmou. 

 

Fonte: com informações da Revista IstoÉ

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