O endocrinologista Renato Zilli tem um método que controla a fome emocional através do descarrego da tensão física e emocional
Segundo pesquisa da Abeso (Associação Brasileira para o Estudo da Obesidade e Síndrome Metabólica) e da Merck, realizada pelo instituto Ipec (Inteligência em Pesquisa e Consultoria Estratégica), 7 em cada 10 brasileiros sentem ou já sentiram fome emocional e na época de Páscoa com a oferta grande de chocolates e guloseimas, obviamente que a tentação e chance de ganho de peso é maior.
A fome emocional é um fenômeno cada vez mais prevalente em nossa sociedade. Frequentemente, se disfarça como uma necessidade física de alimento, mas na verdade, origina-se de desequilíbrios emocionais e tensões não resolvidas. Os hábitos alimentares influenciados por estados emocionais desfavoráveis muitas vezes resultam no consumo excessivo de calorias, o que pode levar ao ganho de peso e à obesidade. Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), a obesidade é uma condição crônica em que o corpo acumula excesso de gordura, colocando em risco a saúde do indivíduo.
Diante desse cenário, Renato Zilli, endocrinologista com mais de 20 anos de experiência, desenvolveu um programa para ajudar seus pacientes a lidar com os desafios emocionais na alimentação. Diferenciando-se de abordagens convencionais, o Método Zilli não se limita a prescrições ou dietas restritivas.
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Em vez disso, ele trata de maneira global, combinando a sabedoria da endocrinologia com práticas avançadas de Core Energetics, uma terapia corporal que utiliza o toque e a respiração para promover a integração física, emocional e espiritual, oferecendo um caminho personalizado que respeita a individualidade de cada pessoa, focando em seis pilares fundamentais:
Propósito, Alimentação Consciente, Movimento, Conexão Mente-Corpo, Longevidade e Sono. Cada pilar é cuidadosamente projetado para tratar não apenas os sintomas, mas as causas subjacentes dos desafios de saúde, promovendo uma transformação duradoura. De acordo com o especialista, o método pode ser eficaz, pois ajuda a identificar e liberar as emoções que estão por trás do comportamento alimentar compulsivo.
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“O comer compulsivo tem relação com uma rigidez emocional, que se reflete também no corpo físico, em tensões musculares, então a introdução do Core Energetics no programa de perda de peso visa liberar essas tensões por meio de exercícios de bioenergética, alongamento, meditação, dentre outras técnicas, com o objetivo de fazer com que o paciente aumente a sua consciência corporal e a capacidade de identificar os sinais de fome e saciedade”, explica o médico.Desenvolvido por John Pierrakos, psiquiatra greco-estadunidense, o Core Energetics baseia-se na ideia de que a energia vital é essencial para a saúde física, mental e emocional. Pierrakos acreditava que a energia vital é uma força dinâmica que flui pelo corpo, e que quando essa energia está bloqueada ou desequilibrada, isso pode levar a problemas físicos, emocionais e psicológicos.
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Fotos: Reprodução/Google
A empreendedora na área de Marketing, Raphaella Bragga, revela que já buscou vários caminhos para emagrecer, mas não obteve sucesso. Ela afirma que agora está começando a ver resultados positivos após aderir a sessões do Core Energetics.“Estou acima do peso e quero emagrecer, mas já tentei muitas coisas. Durante a vida inteira, tenho engordado e emagrecido. Descobri que tenho compulsão alimentar e ansiedade. Comecei a fazer a terapia do Core Energetics e o trabalho corporal me mostrou que a compulsão está ligada a emoções não expressadas. Na primeira semana, diminuiu esse comportamento em 50%. Além disso, o método me ajudou a ter consciência das emoções e da relação com a comida, conta Raphaella.
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Segundo Zilli, o Core Energetics é uma abordagem terapêutica promissora no tratamento da fome emocional, no entanto é importante ressaltar que a terapia não é uma cura milagrosa. “É uma ferramenta que pode ajudar a melhorar os sintomas da fome emocional, mas é necessário um esforço pessoal para superar esse distúrbio”, finaliza o especialista.
Fonte: com informações do Portal iG
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