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Internacional - 14/05/2022

Polícia israelense ataca pessoas em funeral de jornalista baleada. VEJA VÍDEOS

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Foto: Reprodução

Forças de segurança de Israel impedem que pessoas carreguem o caixão com o corpo da jornalista da al-Jazeera Shireen Abu Akle durante uma procisão funerária para uma igreja, em Jerusalém

Nesta sexta-feira, 13, em Jerusalém, a polícia de Israel repreendeu com cassetetes uma procissão durante o funeral da jornalista americana Shireen Abu Akleh, da Al Jazeera. Ela foi morta na quarta-feira 11, baleada enquanto cobria uma batida militar do exército israelense na Cisjordânia. A Palestina acusa Israel de assassinar a correspondente.

 

Mais de cem pessoas se reuniram em frente ao hospital St. Joseph, em Jerusalém, antes do enterro, e começaram a carregar o caixão de Abu Akleh a pé para a Igreja Ortodoxa Grega. A polícia israelense estava alinhada do lado de fora do hospital, e bloqueios policiais foram montados na área.

 

Quando o caixão foi levado para fora do hospital, o grupo encontrou forte resistência da polícia israelense, que comandou que o transporte fosse feito de carro.

 

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Depois do disparo de bombas de gás lacrimogêneo, imagens ao vivo da emissora Al Jazeera mostraram a polícia israelense espancando os enlutados com cassetetes. O corpo foi levado de volta ao hospital e depois transportado de carro, segundo a Al Jazeera.

 

A jornalista era uma voz proeminente no mundo árabe. As circunstâncias de sua morte permanecem obscuras. A Autoridade Palestina negou, na quinta-feira 12, a oferta de Israel de uma investigação conjunta, insistindo em um processo independente e prometendo julgar os acusados ??de seu assassinato no Tribunal Penal Internacional (TPI).

 

Polícia israelense ataca pessoas em funeral de jornalista baleada | VEJA

Fotos: Reprodução

 

 

O primeiro-ministro palestino, Mohamed Shtayyeh, disse à Al Jazeera que os resultados de sua investigação serão divulgados em breve e incluirão o relatório da autópsia.

 

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Israel diz que também está investigando a morte de Abu Akleh, mas afirma não saber quem atirou nela.

 

Fonte: Portal Veja

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