Vaneza Lobão, sepultada no cemitério Jardim da Saudade, trabalhava em um setor dedicado à investigação de policiais envolvidos com milicianos ou contraventores.
O corpo da policial militar Vaneza Lobão, de 31 anos, foi sepultado na tarde deste domingo, 26. A cabo da PM estava na porta de casa, na Rua Passo da Pátria, em Santa Cruz, Zona Oeste da Cidade do Rio, quando foi morta na noite de sexta-feira, 24.
O velório teve início às 14h deste domingo, 26, no cemitério Jardim da Saudade, em Sulacap, na Zona Oeste. O enterro começou pouco depois das 16h30. O ministro da Justiça e Segurança Pública, Flávio Dino determinou que a Polícia Federal auxiliasse a polícia do Rio na investigação do caso.
O governador do Rio de Janeiro, Cláudio Castro, lamentou a morte e afirmou que a resposta deve ser rápida e dura. "Há indícios que sejam milicianos do qual ela investigava. Ela fazia parte da nossa Corregedoria", comentou o governador. Vaneza e a companheira estavam saindo de casa na noite desta sexta para ir à academia, quando a cabo da PM foi assassinada.
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A policial estava no carro e a companheira tinha aberto o portão da casa, quando o crime ocorreu. Ela foi morta com tiros de fuzil disparados por bandidos encapuzados, que estavam em um carro preto. Vaneza estava há 10 anos na PM e era lotada na 8ª Delegacia de Polícia Judiciária Militar (DPJM) e trabalhava em um setor dedicado à investigação de milicianos e contraventores. A unidade é subordinada à Corregedoria-Geral da Polícia Militar.
R$ 5 mil de recompensa
O Disque Denúncia oferece recompensa de R$ 5 mil por informações que ajudem a identificar os suspeitos do crime. A Delegacia de Homicídios e a 2ª Delegacia de Polícia Judiciária Militar (DPJM) foram acionadas. Desde o início do ano, 52 agentes de segurança foram mortos no Rio de Janeiro. De acordo com o Disque Denúncia, entre os mortos, 46 eram policiais militares.
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Fotos: Reprodução Google
Na madrugada deste sábado, 25, durante diligências para tentar localizar os suspeitos do crime, a PM prendeu um miliciano no loteamento Madean, em Santa Cruz. Uma arma foi apreendida com o criminoso, mas a polícia diz que ainda não é possível confirmar se ele participou do assassinato de Vaneza.
Fonte: com informações do Portal G1
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