Cerca de 200 palestinianos são mortos todos os dias e 40% dessas vítimas são crianças. Esta é a taxa mais alta de qualquer outro grande conflito do século XXI, incluindo a Síria (96) Sudão (51), Iraque (50) Ucrânia (44), Afeganistão (24) e Iémen (16).
Depois de 30.000 palestinos terem sido mortos e 70.000 feridos, não há lugar seguro em Gaza.
Cerca de um milhão de pessoas - mais de metade da população - abrigam-se em Rafah, na fronteira com o Egito.
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Com superlotação, sem comida, água e remédios, os casos de diarreia em Rafah são 40x maiores do que o normal, levando a outros surtos.
Sob o pretexto de eliminar o grupo t3rrorist4, H4m4s, que matou 1200 pessoas em Israel no dia 7 de outubro de 2023, os bombardeios atingiram até regiões palestinas que não são controladas por extremistas, como a Cisjordânia (em 10/22) controlada pela Autoridade Palestina (PA).
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Fotos: Reprodução Google
Enquanto 43% dos residentes de Gaza disseram que não aprovaram as ações do H4m4, Israel bombardeou a região indiscriminadamente há quase 5 meses, destruindo 34 hospitais e 104 escolas e universidades.
O país recusa-se a fornecer informações sobre o paradeiro dos terroristas e quantos foram mortos nos seus ataques.
Israel anunciou recentemente que planeia bombardear Rafah, onde a maioria dos refugiados se abriga. Se acontecer, pode significar o maior massacre de civis do século.
Ministro dos Assentamentos Israelenses, Orit Strook, falou:
"Toda a terra de Israel é nossa e por isso não haverá estado palestino na terra, porque não existe povo palestino, não existe essa nação. "
Contrariamente às Convenções de Genebra de 1949, que poupam civis de alvos terroristas e militares, a ONU já aprovou 14 resoluções exigindo um cessar-fogo com a garantia de mais de 100 países.
Todas as resoluções rejeitadas por Israel e apoiadas pelos EUA.
Fonte: Instagram deputado ederal Túlio Gadelha
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