16 de Maio de 2026

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Geral - 29/03/2026

Preço do ovo de Páscoa subiu 27% em dois anos, aponta pesquisa; veja preço médio

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Foto: ReproduçãoGoogle

Bombons e barras de chocolate tiveram queda discreta de preços na Páscoa

Após uma Páscoa em 2025 marcada pela disparada do cacau, o coelhinho neste ano comprará ovos em alta, mas não na mesma intensidade. Entre 2024 e 2026, o preço médio dos ovos de Páscoa encareceu 27%, sendo o aumento entre 2024 e 2025 de 18% e de 7,8% do ano passado para agora.

 

Os dados são de levantamento da VR, que analisou 13 milhões de notas fiscais emitidas dentro de sua base de 4 milhões de trabalhadores que utilizaram a plataforma entre 2024 e 15 de marco deste ano. No levantamento da VR, os ovos de Páscoa custavam, em 2024, R$ 63,28 em média. Em 2025 a média subiu para R$ 74,41 e, em 2026, chega a R$ 80,28.

 

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Preço médio do ovo de Páscoa nos últimos anos

 


2024: R$ 63,28
2025: R$ 74,41
2026: R$ 80,28


Já chocolates em barra e bombons tiveram discreta melhora. O preço médio em 2024 era de R$ 12,44, registrou alta de 14% em 2025, chegando a R$ 14,17, e apresentou leve queda de 1,2% em 2026, ficando em R$ 14.

 

Almoço de Páscoa

 

Fotos: ReproduçãoGoogle


Quem não abre mão da bacalhoada no almoço de Páscoa terá um cardápio menos salgado neste ano. Os diferentes cortes de bacalhau apresentaram queda de 7,7% em 2026, com a média do quilo ficando em R$ 117,50 contra R$ 127,31 em 2025. Depois de subir em 2025, passando de R$ 36,09 para R$ 38,38, o azeite recuou para R$ 30,46 no último levantamento, uma redução de cerca de 21%. Outros ingredientes do prato subiram de preço. A batata apresentou leve aumento de 3% em relação a 2025, com o preço do quilo chegando a R$ 8,80, mas ainda abaixo do patamar de 2024, quando custava R$ 9,64.

 

Já a azeitona segue mantendo trajetória de alta. Em 2024, o preço médio do pacote era de R$ 7,61, aumentou 15% em 2025, chegando a R$ 8,72, e voltou a subir em 2026 para R$ 9,38, acumulando alta de 7,6% no ano. Para o estudo, a VR utiliza uma tecnologia de inteligência artificial para identificar, nas notas fiscais, os produtos por meio do código de referência denominado NCM (Nomenclatura Comum do Mercosul).

 

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Segundo Cassio Carvalho, diretor-executivo de negócios da companhia, os dados revelam um retrato preciso dos itens preferidos no carrinho de compras dos trabalhadores. “O trabalhador pode ter pago a compra com qualquer meio de pagamento (VR, cartões de crédito e débito ou Pix) desde que o cupom gere um QR Code. Ou seja, não é um simples levantamento de preços, mas o que realmente foi pago no caixa. Com esses dados de consumo, geramos insights estratégicos para a indústria, que atua em parceria conosco para ofertar produtos com condições atrativas, gerando cashback e ajudando o dinheiro do trabalhador a render mais”, complementa.

 

Fonte: com informações da Revista IstoÉ Dinheiro 

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