17 de Maio de 2026

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Mulher em pauta - 20/07/2021

Protagonismo feminino é pauta central de congresso sobre ensino de engenharia

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Foto: Ravik Gomes

As mulheres representam 21,6% do total de estudantes de graduação na área de Engenharia, segundo dados do Censo da Educação Superior 2019. O número tem crescido nos últimos anos, mas a sub-representação persiste, especialmente nos cargos de comando.

 

Dos 27 conselhos regionais (Creas) que compõem o Conselho Federal de Engenharia e Agronomia (Confea), apenas seis têm mulheres na presidência.

 

A Associação Brasileira de Educação em Engenharia (Abenge) instituiu um grupo de trabalho para debater questões relacionadas à participação feminina na área. O assunto será discutido em duas sessões plenárias da 49ª edição do Congresso Brasileiro de Ensino em Engenharia, o Cobenge 2021, que neste ano é organizado com apoio da UFMG.Com o tema Formação em Engenharia: tecnologia, inovação e sustentabilidade, o evento será realizado de 28 a 30 de setembro, no formato on-line.

 

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Despertar o interesse das meninas


A professora Carmela Polito Braga, do curso de Engenharia Eletrônica da UFMG, coordenadora adjunta da sessão plenária Protagonismo de mulheres na Engenharia, considera importante dar visibilidade ao trabalho de profissionais que se destacaram nesse campo, apesar de todas as dificuldades enfrentadas, com o intuito de incentivar outras mulheres a persistir na carreira. “Não podemos acreditar nas muitas tentativas de diminuir nossa capacidade, de invisibilizar nosso trabalho, porque temos plenas capacidades e competências na Engenharia”, afirma.

 

Polito defende uma mudança cultural para despertar o interesse das meninas para a profissão. “A motivação recebida em casa, nas famílias, é diferente para os dois sexos. Os meninos normalmente experimentam mais, programam mais cedo, vão brincar com 'legos', robô, são estimulados a trabalhar com placas de circuito, com experiências nesse sentido, e as meninas, muitas vezes, não”, compara.

 

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 Fonte: UFMG

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