17 de Maio de 2026

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Meio Ambiente - 21/08/2024

Queimadas na Amazônia fizeram corredor de fumaça que afeta 10 estados

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Foto: Reprodução/Google

Segundo especialistas, esta é a pior temporada em 17 anos. Só no mês de agosto, mais de 22 mil focos de queimadas foram registrados

A Amazônia está em chamas: segundo o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), esta é a temporada com o maior registro de focos de queimadas em 17 anos, situação agrava pela seca que castiga mais de mil cidades brasileiras.Especialistas apontam que a fumaça já afeta 10 estados e deve seguir sobre o país até o fim de semana.

 

A floresta registrou 59 mil focos de fogo desde janeiro. O número, que é o maior desde 2008, pode aumentar, já que o levantamento é feito mês a mês e agosto ainda não terminou. Toda essa fumaça que cobre a floresta está viajando milhares de quilômetros.Estudiosos apontam que a fumaça das queimadas da Amazônia se soma ao que vem do Pantanal, além de incêndio no Parque Guajará-Mirim, em Rondônia, e ainda da Bolívia. Isso forma um “corredor de fumaça”.

 

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Até o momento, há registros de fumaça nos seguintes estados:

 

 

Foto: Reprodução/Google

 

Rio Grande do Sul
Santa Catarina
Mato Grosso do Sul
Mato Grosso
Acre
Rondônia
Oeste do Paraná
Parte de Minas Gerais
Trechos de São Paulo
Amazonas

 

A previsão é que a partir desta quarta-feira, 21/8, o volume de fumaça piore com o vento frio que traz a frente fria do fim de semana.Aumento dos focos de queimadasA primeira causa para o corredor de fumaça está na intensidade do fogo. Conforme o Inpe, só no mês de agosto foram registrados mais de 22 mil focos de incêndio na Amazônia Legal. Em comparação com o ano passado, por exemplo, o número era de 12 mil.

 

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No restante do país, o cenário também não é favorável. De forma geral, o país está no pior momento em relação aos focos de incêndio da última década.O segundo fator é a seca, que serve como ignição para os focos de incêndio, somando-se às queimadas ilegais. Geralmente, a estiagem acontece de agosto a outubro, mas o pico acontece em setembro, quando sentimos mais os impactos.No entanto, meteorologistas explicam que ela chegou antes do previsto, ainda em julho. 

 

Fonte: com informações do Portal Metrópoles

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