Produtora carioca realizou filmes como 'Cinema falado' e 'Deus é brasileiro'
A produtora carioca Renata Almeida Magalhães se tornou a primeira mulher eleita presidente da Academia Brasileira de Cinema e Artes Audiovisuais, cargo que irá assumir a partir de 1º de julho, em substituição ao produtor Jorge Peregrino, que ocupava a função desde 2018. A entidade é responsável pela escolha do representante brasileiro no Oscar e pela organização do Grande Prêmio do Cinema Brasileiro.
Formada em direito e especializada em legislação de incentivos fiscais para a cultura, Renata estreou como diretora aos 17 anos, com o curta-metragem "Vitória" (1979). Atuou ainda como assistente de direção do longa "Menino do Rio" (1981), de Antônio Calmon, antes de iniciar sua empreitada como produtora.
Produziu "Cinema falado" (1986), dirigido por Caetano Veloso e estrelado por Regina Casé.
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Também produziu vários dos filmes de Cacá Diegues, com quem é casada desde 1981. "Um trem para as estrelas" (1987), "Dias melhores virão" (1989), "Tieta do agreste" (1996), "Orfeu" (1999), "O melhor amor do mundo" (2006) e "O grande circo místico" (2018). Também colaborou com o roteiro e a produção de "Deus é brasileiro" (2003).
Recentemente, produziu a série documental "Favela gay: Periferias LGBTQI+" (2020), de Rodrigo Felha, para o Canal Brasil, e o longa "Aumenta que é rock and roll", de Tomás Portela, em processo de finalização.

Fotos: Reprodução
A nova diretoria da Academia contará ainda com os nomes de Paulo Mendonça (vice-presidente), Bárbara Paz (diretora secretária), Jefferson De (diretor de comunicação), Ariadne Mazzetti (diretora financeira) e Allan Deberton (diretor social). A eleição foi realizada pelo conselho deliberativo da entidade e vale para o biênio 2022-2024.
Fonte: Portal O Globo
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