Região do Tarumã concentra 400 flutuantes comerciais. No entanto, com a seca, muitos estão no barro e os que ainda estão sobre as águas tiveram uma diminuição considerável na movimentação.
O Rio Negro segue descendo uma média de 22 centímetros por dia. Apesar do nível ainda ser considerado normal, o período de seca vem prejudicando quem trabalha com flutuantes, segmento que registra uma queda de 70% de faturamento durante o período de estiagem.
Em Manaus, a região do Tarumã concentra 400 flutuantes comerciais. No entanto, com a seca, muitos estão no barro e os que ainda estão sobre as águas tiveram uma diminuição considerável na movimentação.
"A gente tem aí, uma queda de 70% no movimento de locação de flutuante, mas isso não é o mais importante. O importante é que isso afeta toda uma cadeia né?! São pessoas da comunidade que moram aqui e que prestam algum tipo de serviço pros flutuantes, que também são afetados", disse o presidente da Associação dos Flutuantes, Lúcio Bezerra.
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Foto: Reprodução
Atualmente, o nível do Rio Negro está em 17,38m, cerca de sete metros a mais da seca mais brutal já enfrentada, que foi em 2010. Naquele ano o rio secou até a marca de 13,63m. No entanto, para a pesquisadora Luna Gripp, do Serviço Geológico do Brasil (CPRM), os índices devem continuar críticos.
"Aqui pra Manaus e região metropolitana: Manacapuru, Iranduba, Careiro, os níveis dos rios ainda estão dentro da nossa zona de normalidade, mas já estão no limite inferior, ou seja, se os rios continuarem descendo e é provável que eles continuam descendo, a gente vai presenciar níveis abaixo do esperado" explicou.
Fonte: Com informações do Portal G1
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