As ministras Sonia Guajajara e Margareth Menezes, dos Povos Indígenas e da Cultura, tomarão posse na Academia Brasileira de Cultura
As ministras Sonia Guajajara e Margareth Menezes, dos Povos Indígenas e da Cultura, tomarão posse na Academia Brasileira de Cultura.
Presidida pelo educador Carlos Alberto Serpa, a Academia Brasileira de Cultura foi criada em dezembro de 2021 e tem como atuais integrantes Zeca Pagodinho, Cristiani Torloni, Arnaldo Niskier, Dalal Achar, Ney Latorraca, Fátima Bernardes e Marcelo Calero, entre outros.
Margareth Menezes assumirá a cadeira que tem o nome de Emilinha Borba, ocupada até o ano passado por Elza Soares. A Academia criou uma nova posição para Sonia Guajajara. Ela assumirá a cadeira que tem como patrono um integrante de seu povo, Paulo Paulino Guajajara, que foi assassinado na terra indígena de Arariboia, no estado do Maranhão, em 2019.
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Além de Sonia Guajajara, a Academia Brasileira de Cultura terá ainda a cacica Juma Xipaia, secretária de Articulação e Promoção de Direitos Indígenas, na cadeira que tem como patrono Marçal de Souza Tupã-Y, outro defensor da causa, assassinado em 1983 por um latifundiário.
As cadeiras que têm como patrona Angela Maria e, como patrono, Machado de Assis, vão receber, respectivamente, a cantora Alcione e a escritora Conceição Evaristo. A atriz Gloria Pires ocupará a vaga da cadeira que tem como patrono o seu próprio pai, o ator e humorista Antonio Carlos Pires.
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Fotos: Reprodução Google
Foi criada também uma cadeira em homenagem à cantora Elza Soares e quem assumirá será a cantora trans Lininker, primeira artista transgênero a conquistar um Grammy.
Fonte: com informações do Portal Metrópoles
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