17 de Maio de 2026

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Segurança Pública - 06/10/2023

Suspeitos de matar médicos tinham sinais de tortura, facadas e tiros

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Foto: Reprodução Google

Laudos mostram detalhes das cenas encontradas pelos policiais nos locais onde foram encontrados corpos de suspeitos de matar médicos no Rio

Os corpos dos suspeitos de terem assassinado três médicos na Barra da Titjuca, no Rio de Janeiro, tinham sinais de espancamento, facadas e tiros. As informações constam em laudos da Polícia Civil do Estado do Rio de Janeiro (PCERJ) obtidos em primeira mão pelo jornal O Globo e a que o Metrópoles teve acesso.

 

A polícia encontrou dois carros com quatro cadáveres no final da noite de quinta-feira (5/10). A localização ocorreu horas após o assassinato dos médicos Marcos de Andrade Corsato, Perseu Ribeiro Almeida e Diego Ralf Bomfim, em um quiosque na Barra da Tijuca. Três corpos estavam dentro de um carro na Rua Abrahão Jabour, nas proximidades do Riocentro; e outro, em um segundo veículo, na Rua da Gardênia, no bairro Gardênia Azul.

 

Dois dos quatro mortos foram identificados. Os corpos seriam de Philip Motta, conhecido por Lesk, e Ryan Nunes de Almeida, que seria membro o grupo liderado por Motta, chamado de “Equipe Sombra”.

 

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Facadas e espancamento

 

Um dos documentos produzidos pela Delegacia de Homicídios da Capital (DHC), e que descreve a cena encontrada pelos policiais no carro com três corpos, ressalta que os cadáveres tinham “ferimentos provocados por projéteis de arma de fogo e facadas”.

 

As imagens presentes no documento ainda mostram um dos mortos com fortes sinais de agressão (como olhos e lábios inchados). O laudo relativo ao corpo de Philip Motta, o Lesk, encontrado em um veículo na Rua da Gardênia mostra uma situação em que o corpo do suspeito aparece com diversas lacerações (em especial no peito), além de inúmeras marcas de tiro.

 

Morte por engano

 

Fotos: Reprodução

 

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A suspeita da polícia é que o médico Perseu Almeida teria sido confundido com o miliciano Taillon de Alcântara Pereira Barbosa, filho do Dalmir Pereira Barbosa, apontado como chefe da milícia de Rio das Pedras. Taillon e Perseu têm semelhanças físicas e o miliciano mora bem próximo ao quiosque onde os médicos estavam. O grupo de profissionais da saúde estava no Rio para participar de um congresso internacional.

 

Fonte: com informações do Portal Metrópoles 

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