O esgotamento profissional, conhecido como burnout, é uma das consequências mais graves da falta de descanso adequado
A sensação de que a semana mal acabou e uma nova jornada de trabalho já está começando é a realidade de milhões de brasileiros — estima-se que atualmente cerca de 14 milhões trabalhem sob a escala 6×1. Com seis dias de trabalho para apenas um de folga, esse modelo impõe um ritmo que desafia os limites do corpo e da mente, e o debate sobre seu impacto na qualidade de vida nunca esteve tão em alta, inclusive com propostas em tramitação no Congresso Nacional.
Quando o descanso é inadequado, os níveis de cortisol podem permanecer cronicamente elevados. Isso desencadeia uma série de problemas de saúde, como o enfraquecimento do sistema imunológico, aumento da pressão arterial, dificuldades de sono e ganho de peso. A mente também sofre, com a capacidade de concentração e o humor diretamente afetados.
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Foto: Reprodução/Google
O esgotamento profissional, conhecido como burnout, é uma das consequências mais graves da falta de descanso adequado. Ele se manifesta por meio de exaustão emocional, distanciamento das atividades de trabalho e uma sensação de ineficácia. A Organização Mundial da Saúde (OMS) reconheceu o burnout na Classificação Internacional de Doenças (CID-11), em 2019, especificamente como um “fenômeno ocupacional” ligado ao estresse crônico no ambiente de trabalho.
Fonte: com informações Aqui
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