17 de Maio de 2026

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Internacional - 24/11/2022

Trump, Bannon e aliados aconselharam Bolsonaro a contestar eleição, diz jornal

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Foto: Reprodução

Segundo Washington Post, ex-presidente americano se encontrou com Eduardo Bolsonaro em resort na Flórida

O ex-presidente americano Donald Trump teria aconselhado a família Bolsonaro a contestar o resultado da eleição à Presidência no Brasil, segundo o jornal The Washington Post, dos Estados Unidos.

 

O conselho, diz a publicação, foi dado em encontro com o deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL-SP), filho do presidente Jair Bolsonaro (PL).

 

Segundo o jornal, em reportagem publicada nesta quarta (23), Eduardo Bolsonaro fez reuniões depois do segundo turno da eleição no resort de luxo Mar-a-Lago, que pertence a Trump, em Palm Beach, na Flórida. Ele também teria conversado com outros aliados políticos por telefone.

 

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Ao jornal o ex-estrategista de Trump e organizador da ultradireita global Steve Bannon confirmou que se encontrou com o deputado, no estado americano do Arizona, e discutiu com ele o poder dos protestos pró-Bolsonaro e os desafios relacionados ao resultado da eleição —da qual Luiz Inácio Lula da Silva (PT) saiu vencedor.

 

Em julho, Bannon foi condenado à prisão pela Justiça dos Estados Unidos por se recusar a entregar documentos e a depor à comissão da Câmara americana que investiga a invasão do Capitólio.

 

Outro ex-assessor de Trump, Jason Miller, também confirmou ao Washington Post que almoçou com Eduardo Bolsonaro, na Flórida, para debater "censura digital e liberdade de expressão".

 

Fotos: Reprodução

 

O texto também destaca as manifestações antidemocráticas pelo país, que questionam o resultado das eleições, e diz que os aliados de Bolsonaro estão divididos em relação a como agir após a derrota nas urnas. Bannon, diz o jornal, é a favor da contestação do resultado, que "provavelmente falhará, mas pode encorajar apoiadores".

 
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Outros aliados preferem centrar os esforços em ações que podem ter maior apelo internacional. Entre eles, estaria o ataque à legitimidade das supremas cortes do país.

 

Nem Trump nem Eduardo Bolsonaro responderam aos contatos do Washington Post.

 

Fonte: Com informações da Folha de São Paulo 

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