18 de Maio de 2026

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Internacional - 10/03/2022

Ucrânia começa a retirar civis das cidades de Sumy e Irpin, dizem autoridades

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Foto: Reprodução

Sob temperaturas gélidas, refugiados esperam para entrar em ônibus, depois de cruzar a fronteira ucraniana com a Polônia, no posto fronteiriço de Medyka

A Ucrânia começou a evacuar civis da cidade de Sumy, no nordeste; e da cidade de Irpin, perto da capital Kiev, nesta terça-feira, disseram autoridades ucranianas.

 

As retiradas de moradores começaram depois que autoridades russas e ucranianas concordaram em estabelecer "corredores humanitários" para permitir que civis saíssem de algumas cidades sitiadas pelas forças russas. A Rússia abriu passagens humanitárias de Kiev e também de Cherhihiv, Kharkiv e Mariupol, disse a agência de notícias Interfax, citando o Ministério da Defesa russo nesta terça-feira.

 

O Ministério da Defesa acrescentou que as forças russas na Ucrânia introduziram um "regime silencioso" dessde o início desta manhã (madrugada de terça no Brasil), informou a Interfax.

 

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Os civis estão encurralados pelos combates desde que as tropas russas invadiram a Ucrânia, em 24 de fevereiro. Muitos já conseguiram escapar nesse período - 2 milhões de pessoas, segundo a agência de refugiados da ONU - no que as Nações Unidas descreveram como a crise de refugiados que mais cresce desde a Segunda Guerra Mundial. A grande maioria dos que correm para a segurança é de mulheres e crianças.

 

"Já começamos a evacuação de civis de Sumy para Poltava (no centro da Ucrânia), incluindo estudantes estrangeiros", disse o Ministério das Relações Exteriores, em um tuíte. "Pedimos à Rússia que concorde com outros corredores humanitários na Ucrânia".

 

Mais vulneráveis

 

 

Após a primeira onda de refugiados da Ucrânia, é provável que haja uma segunda onda composta por refugiados mais vulneráveis, disse o chefe da agência de refugiados da ONU nesta terça-feira.

 

"Se a guerra continuar, começaremos a ver pessoas sem recursos e sem conexões", disse o chefe do ACNUR, Filippo Grandi, em entrevista coletiva.

 

Fotos: Reprodução

 
 
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"Essa será uma situação mais complexa de gerenciar para os países europeus daqui para frente, e será necessário haver ainda mais solidariedade de todos na Europa e além", disse ele. 

 

Fonte: Portal Extra

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