Fechar uma venda precisa partir de uma atitude ética, que busque o que é melhor para o comprador
Navegando em diferentes mundos, desde o de varejo de moda, mercado de educação digital, até o universo literário, de palestras e publicidades, acredito ser capaz de trazer uma visão diferente sobre vendas e que, espero eu, que possa enriquecer sua visão com relação a esse assunto.
Desde pequena, eu sempre gostei de vender – fosse uma pulseirinha de miçanga para os vizinhos, ou dez reais em trinta minutos de massagem na minha mãe. Vender, pra mim, era algo legal, porque eu podia estimular minha criatividade, comunicação e ter o prazer de ver outra pessoa gostando de algo que eu também gostava.
Porém, com o tempo, conforme fui amadurecendo e estudando mais sobre comportamento humano e filosofia, criei um bloqueio com vendas e passei a acreditar que eu não era uma boa vendedora (mesmo vendendo todos os dias na minha loja de roupas).
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Acreditava que eu não sabia vender, porque a venda que eu via os outros fazendo, era conduzida de uma forma que não estava em concordância com minhas crenças sobre o que é respeitar os outros. A partir disso, criei uma crença interna de que eu não era boa vendedora, porque toda vez que tentava vender da forma como diziam ser o correto, me sentia mal comigo mesma.
Vendas com ética
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Sabe o que eu aprendi, ao longo do tempo? Que essa crença não era verdadeira. Na realidade, eu só não me encaixava no padrão de comportamento da maioria dos vendedores que eu via por aí. E eu sei que não sou a única. Sei que não sou só eu que acredito que vender precisa ser uma atitude ética, que busque o melhor para o outro, ao invés de tentar empurrar algo que eu tenho consciência de que o outro não precisa, só porque quero ganhar dinheiro.
Entenda: só existe um jeito das pessoas fazerem algo – se elas quiserem. Se fazem algo porque foram obrigadas, o resultado disso no longo prazo não é positivo. Uma empresa que cresce em números e relevância ao longo do tempo, é uma empresa que tem alta capacidade de fidelização de clientes. Se você força uma venda, você não fideliza a pessoa. Quem é fidelizado é a pessoa que escolheu espontaneamente comprar algo.
Relevância no longo prazo
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Fotos: Reprodução/Google
Se você quer ser a empresa de uma venda só, você é quem sabe. Mas, se você quiser construir um negócio que tenha relevância no longo prazo, então você precisa focar em ajudar, verdadeiramente, seu potencial cliente a resolver seu problema com a melhor solução para ele – que nem sempre será o que você oferece hoje.
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Na minha percepção, então, ao longo de mais de uma década de vendas em diferentes áreas, é que não vale tudo para vender. Essa nem deveria ser uma opção na sua cabeça. Negócios bem sucedidos são construídos na base da confiança, da honestidade, do serviço ao outro, do encantamento e da fidelização.
Contudo, acredito que existam boas práticas que te ajudam a vender mais e melhor todos os dias, independente da sua área de atuação, e, dentre essas boas práticas, existe o fluxo de relacionamento com o potencial cliente. Muita gente peca nesse ponto, que é um dos mais cruciais para vender e fidelizar esse cliente.
Fonte: com informações do Portal Forbes
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