Como a cachorra resgatada por Janja inspirou nova frente eleitoral de Lula
Na última segunda-feira, a cachorrinha Resistência era a estrela de um concorrido evento do Dia Nacional dos Animais na Fundação Perseu Abramo, uma espécie de think tank dedicado a traçar as diretrizes programáticas do PT.
Resistência não chegou ali à toa. Foi trazida de Curitiba por Rosangela da Silva, que a adotara no acampamento em frente à Polícia Federal de onde militantes pediam a liberdade de Lula, preso pela Lava Jato.
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Janja, como é conhecida a noiva de Lula, é a responsável por incutir na cabeça do companheiro bandeiras que eram laterais na sua agenda — a causa animal é apenas uma delas, junto com feminismo e alimentação saudável.
A solcióloga tem sido capaz de não só direcionar a campanha para temas com apelo atual, mas também articular pontes com públicos com os quais Lula não tinha contato
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Em abril de 2020, seis meses após ter deixado a prisão, Lula postou uma foto no Facebook com Resistência e já anunciou o seu futuro político.

O ex-presidente Lula e a socióloga Janja, sua companheira,
com a cachorrinha Resistência (Fotos: Reprodução)
“Essa cachorrinha faz parte da família agora. Ela ficou 580 dias lá na vigília, em Curitiba, sofrendo, dormindo no frio, passando necessidade. Depois a Janja levou ela para casa, cuidou dela. Agora ela está aqui comigo. O nome dela é Resistência”, disse.
Fonte: Revista Veja
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